<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title></title>
	<atom:link href="http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 19 Mar 2011 20:37:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='foguetescontraoinfinito.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title></title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/osd.xml" title="" />
	<atom:link rel='hub' href='http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Eragon</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/12/27/eragon/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/12/27/eragon/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 19:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cynthiapulcherio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=187</guid>
		<description><![CDATA[Eragon &#8211; Christopher Paolini Vocês se lembram quando o &#8220;Meu Nome é Enéas&#8221; se elegeu deputado federal por São Paulo e de lambuja levou outros candidatos do PRONA com ele (alguns com menos de 30 votos)? Pois é, um amigo meu ficou p&#8230; da vida por ter perdido a oportunidade de ser deputado federal. Detalhe, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=187&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eragon &#8211; Christopher Paolini</p>
<p>Vocês se lembram quando o &#8220;Meu Nome é  Enéas&#8221; se elegeu deputado federal por São Paulo e de lambuja levou  outros candidatos do PRONA com ele (alguns com menos de 30 votos)? Pois  é, um amigo meu ficou p&#8230; da vida por ter perdido a oportunidade de ser  deputado federal. Detalhe, ele não era (nem é) filiado ao PRONA (nem a  partido político nenhum). Só ficou chateado por não ter tido essa idéia.</p>
<p>Eu  fui solidária com a raiva dele porque já havia passado por uma situação  semelhante quando vi uma propaganda de uma &#8220;palmilha magnética que  emagrece&#8221;. A propaganda informava que para a palmilha funcionar era  necessário que a pessoa caminhasse bastante e assim estimulasse os  pontos certos do pé que iriam fazer a pessoa emagrecer. Ainda faziam uma  observação que quanto mais a pessoa caminhasse mais iria emagrecer.  Pois é&#8230; E tem mais! Para acelerar o emagrecimento eles incluiam  inteiramente grátis um plano alimentar. É, eles conseguiam anunciar isso  sem rir. Por que eu fiquei com raiva? Porque eu não tive a idéia de  vender dieta e exercício como mágica e assim perdi a chance de ficar  rica&#8230;</p>
<p>E o que isso tudo tem a ver com o post de hoje? É porque o  Eragon se encaixa nas categorias acima de chances perdidas. A história  de Eragon é na realidade uma história que já fez muito sucesso  repaginada. Vou fazer um resuminho (com spoilers) então vai estragar a  surpresa para quem ainda não leu e para quem conhece a história da qual  Eragon foi copiado.</p>
<p>SPOILERS</p>
<p>Após  muitos anos de paz, que era mantida pelos &#8220;Cavaleiros do Dragão&#8221;, um  jovem cavaleiro do Dragão trai seus semelhantes e se torna imperador.</p>
<p>Muitos  anos depois nos confins do império, um jovem (Eragon) que não conheceu  os pais e foi criado pelos tios descobre uma coisa que o coloca sob as  atenções do Império.</p>
<p>Após a morte do seu tio por soldados do  Império (que buscavam essa &#8220;coisa&#8221;) ele foge com um velho sábio da  aldeia (Brom) que dá mostras de ser muito mais do que aparenta. Esse  sábio inicia o treinamento do jovem como um &#8220;Cavaleiro do Dragão&#8221; e lhe  dá de presente uma espada. O jovem tem visões de uma bela mulher que foi  aprisionada no início da história.</p>
<p>Em determinado momento o  jovem e o sábio quase são capturados, mas conseguem escapar com a ajuda  de um aventureiro misterioso (Murtagh).</p>
<p>Infelizmente Obi-wan  (Brom) acaba falecendo e Luke (Eragon) e Han Solo (Murtagh) continuam a  jornada sozinhos salvando a princesa Léia (Arya)&#8230;</p>
<p>FIM DOS SPOILERS</p>
<p>Preciso  dizer mais? Pois é, o Christopher Paolini pegou o roteiro de Star Wars e  jogou na Terra Média. Resultado prático? Sucesso garantido. O que me dá  mais raiva é que o moleque (Christopher Paolini) escreve mal. Poderia  ao menos escrever bem, assim eu teria me divertido visto que adoro Star  Wars.</p>
<p>Recentemente lançaram o terceiro volume da trilogia e acho  que perderam totalmente a vergonha porque a propaganda do livro diz o seguinte: &#8220;O Retorno do Cavaleiro do Dragão&#8221;. Durma-se com um barulho  desses.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/187/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=187&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/12/27/eragon/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/be7d3292136e643dc4ec4ae2fdcbfcd9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">cynthiapulcherio</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Batman, Superman e&#8230; sério mesmo?</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/24/batman-superman-e-serio-mesmo/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/24/batman-superman-e-serio-mesmo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 11:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sub Urbano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=177</guid>
		<description><![CDATA[Por Sub Urbano. O twitter traz algumas coisas boas, na maioria das vezes coisas engraçadinhas. O material que segue me veio por ele e, por mais que as coisas “tenham rosto” no microblog, de fato elas são acéfalas – não há garantia definitiva sobre a autoria de algo nele lançado (principalmente as frases que fazem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=177&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">Por Sub Urbano.</p>
<p>O twitter traz algumas coisas boas, na maioria das vezes coisas engraçadinhas. O material que segue me veio por ele e, por mais que as coisas “tenham rosto” no microblog, de fato elas são acéfalas – não há garantia definitiva sobre a autoria de algo nele lançado (principalmente as frases que fazem efeito e são replicadas). Minha memória tampouco torna possível resgatar a partir de onde a entrevista abaixo chegou a mim, mas felizmente ela chegou.</p>
<p>Trata-se da entrevista do Hero Complex, uma coluna do Los Angeles Times, voltada para o seu <em>fanboy</em> interior (<em>for your inner fanboy</em>). É, não tem jeito, a gente pode traduzir por fã, pode tentar explicar a palavra tintin por tintin, mas não rola. <em>Fanboy</em> também não é simplesmente um “estado de espírito” ou aquele cara chato da Masmorra do Andróide – e, se você sabe o que é a Masmorra do Andróide, há uma grande possibilidade de você ser <em>fanboy</em> de uma série de pessoas amarelas&#8230;</p>
<p><em>Fanboy</em> é, entre outras coisas, a criança de 6 ou 7 anos que você tem gritando dentro de você, que é curiosa, que é encantada (com o mundo e para o mundo), para a qual é difícil conceber querer alguma coisa mas não ir direta e intensamente na direção dela. Dizem que tem gente que nasceu sem isso, que nunca experimentou isso. Eu só acho que elas não se lembram; espero ter razão. Caso contrário, temo.</p>
<p>A entrevista que resolvi traduzir, volta-se para isto. Não é para você. É para este jardim bonito que há aí, e que às vezes aparece por cima do muro, mas ora definha. A coluna que citei interroga Grant Morrison, um dos meus autores favoritos de gibi, a respeito de dois personagens que escreve(u) para a DC (ou Distinta Concorrência, para os marvecos safados), que são os dois maiores ícones do que é um super-herói. É, não sou um cuequinha de adamantium, cria dos anos 90, que acha o Wolvereco o melhor de todos. Você pode até preferir o Carcaju, mas não tem jeito – Beatles é melhor que Stones.</p>
<p>A entrevista inicialmente era sobre a nova fase da morcega que Morrison coordenará (Batman Inc.) e acabou descambando para a comparação entre Clark Kent e Bruce Wayne. E a resposta do autor escocês não poderia ser mais inesperada –<strong> luta de classes. </strong></p>
<p>MAIZÉN?!?!?!?</p>
<p>Segue a tradução. Em itálico os termos originais; os negritos são realces da própria entrevista.</p>
<p>Geoff Boucher (Hero Complex) – Superman e Batman são os dois ícones definidores dos quadrinhos (de heróis), e agora que você passou um tempo considerável com ambos como escritos, estou curioso a respeito de como você os vê, ao mesmo tempo como personagens separadas e opostos ligados.</p>
<p>Grant Morrison – Superman é muito resplandecente e otimista. São todas as coisas simples. Ele é um homem do dia e da luz solar, e Batman é a criatura da noite. Estou interessado no fato de que eles acreditam no mesmo tipo de coisas. Mas Batman é melhor. Ele é zoado (<em>screwed up</em>). Isso é o que o torna bacana. Mesmo tendo resolvido todos seus problemas em sua cabeça ele é – como eu o vejo – um homem com um senso de humor e uma visão de mundo muito sombria. Ele tem de superar isto constantemente. Ele está eternamente lutando para tornar o mundo melhor, p que significa que <strong>nunca</strong> está bom para Batman. O restante de nós tem bons dias. Nós não lutamos diariamente. Batman luta todo santo dia. Ele tem este lado negro plutoniano.</p>
<p>HC – As figuras públicas de Bruce Wayne e Clark Kent não parecem tão polarizadas como seus alter egos.</p>
<p>GM – Bruce Wayne é um homem rico. Ele é um aristocrata. Superman cresceu em uma fazenda catando feno, e tem um chefe que grita com ele se ele está atrasado para o trabalho. Ele na verdade é mais humano; Batman é o fetiche do <em>lord</em> aristocrata que pode fazer o que quiser, e isto é fascinante. A diferença de classe entre os dois é importante.</p>
<p>HC – Eu nunca pensei muito sobre a diferença de classe entre os dois.</p>
<p>GM – Você é um americano; você mora em Los Angeles! Você não tem que pensar a distinção de classe da mesma maneira que nós britânicos fazemos. Mas há uma diferença entre os dois. As pessoas freqüentemente esquecem que Superman é um cara explorado. Bruce tem um mordomo, Clark tem um chefe&#8230; (<em>Bruce has a butler, Clark has a boss …</em>)</p>
<p>HC – Verdade, mas Clark também tem sua própria mansão no Ártico, voa gratuitamente e pode esmagar carvão transformando-o em diamantes do tamanho de um punho. Ele não precisa ter um chefe.</p>
<p>GM – Sim, mas ele quer <strong>tanto</strong> ser como nós. Ele se mantém com uma garota enquanto Batman tem uma hoste de <em>femmes fatales</em> fetichistas prontas para obedecê-lo instantaneamente.</p>
<p>HC – As meninas adoram o carro, eu suponho.</p>
<p>GM – É claro. Ele tem <strong>tudo</strong>. Eu gosto disto. Ele é o nosso tipo de sonho aristocrata. Ele é ainda melhor do que Tony Stark/Homem de Ferro; ele tem tanto isto [o que Tony tem] quanto o lado negro. Esta é a diferença entre Superman e Batman. Ambos são interessantes de se escrever, mas Batman é o mais sexy, definitivamente.</p>
<p>A entrevista prossegue, com mais uma pergunta sobre o tal “Batman Inc.”. Algo que provavelmente lerei, mas com menos curiosidade, menos olhos arregalados do que li esta entrevista. E parte do <em>fanboy</em> que escreve por estas tortas linhas é cultivado pelo entrevistado, que fomenta outros ao redor do mundo. É a ele que devemos a melhor série já escrita sobre o explorado Clark, e uma das melhores séries já escritas sobre Batman e Robin em décadas. Mas estes já são assuntos para outros dias.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/177/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=177&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/24/batman-superman-e-serio-mesmo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/a5a2709fb60682a35beb53a0859f65d5?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">silvarrenato</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Tropa de Elite 2</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/14/tropa-de-elite-2/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/14/tropa-de-elite-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 19:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maribedran</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=171</guid>
		<description><![CDATA[Texto publicado originalmente aqui. &#160; Fui ver ontem o Tropa de Elite 2, depois de ter lido as críticas do Wesley ao filme. Comecei obviamente com uma certa má vontade: tinha visto há alguns dias o final do primeiro filme na TV (nem me lembrava de quão fascista ele era), fiquei bem desconfiada do trailer [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=171&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>Texto publicado originalmente <a href="http://maribedran.wordpress.com/2010/10/13/tropa-de-elite-2/">aqui</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fui ver ontem o Tropa de Elite 2, depois de ter lido as <a href="../2010/10/11/comentarios-sobre-tropa-de-elite-2/">críticas do Wesley ao filme</a>.  Comecei obviamente com uma certa má vontade: tinha visto há alguns dias  o final do primeiro filme na TV (nem me lembrava de quão fascista ele  era), fiquei bem desconfiada do trailer e tinha na cabeça todos os  comentários do Wesley. O fato é que nos primeiros 20 minutos de filme,  talvez, as minhas espectativas ruins pareciam se confirmar: um Capitão  Nascimento tão fascista quanto antes, ridicularzando o discurso dos  direitos humanos, sempre o herói incorruptível e a maldita narração ao  fundo conduzindo a interpretação da trama.</p>
<p>Durante ainda um bom tempo achei o filme bem indeciso. Em certos  momentos parecia reafirmar todo o discurso do outro, em compensação,  alternava com momentos fortes de contestação das práticas da polícia.  Muitas cenas poderiam deixar a dúvida entre uma tentativa de retrato da  realidade feito para chocar pela violência e uma exaltação dessa mesma  violência, dúvida que poderia ser lançada sobre o espectador, este  gostando ou não da cena conforme sua posição ideológica. Poderia. Se não  fosse a sempre maldita narração que decidia quem era o filho-da-puta e  quem era o herói.</p>
<p>As alternâncias de situações escrotas com críticas bem feitas foi, no  entanto, mudando seu rumo. Conforme a trama se complexificava, mais o  filme se afastava da pura violência de mocinho X bandido, mais a ação  dos personagens principais era amarrada por teias alheias às suas  vontades e suas atitudes perdiam potência perto da pluralidade de  fatores. E, junto com as cenas, mudou aos poucos o tom da narração. O  personagem se desenvolveu com o filme. O último momento do Capitão  Nascimento como o conhecíamos do primeiro filme é a fase de aparente  vitória de seus ideais, quando ele trabalha na secretaria de segurança e  tem a oportunidade de concretizar todo o ideal fascista de seu início  de carreira: agora não era só a violência, ele tinha todo um aparelho  público-estatal a seu favor.</p>
<p>Nesse mesmo percurso de ascendência do Capitão Nascimento como o  conhecíamos, ascende o personagem do Fraga/Freixo. Ele começa o filme  como um personagem fraco e interesseiro, a ponto de roubar a mulher do  outro. (Tenho que admitir que a trama familiar estilo novela das oito  foi uma aproximação com o gosto popular que achei bem desnecessária.) É  um esquerdistazinho que usa os direitos humanos como trampolim político.  O personagem vai ganhando corpo muito devagar e tem sua virada junto  com a do outro: quando o policial desaba e vê todo o mundo em que  acreditava ruindo na sua frente, o “cara dos direitos humanos” cresce  como o chato que tinha razão desde o começo. Ele vira o herói porque é o  único que entendia “o sistema” desde o início, foi o cara que bateu o  pé e continuou sua briga até o fim. Mais para o final do filme a gente  até esquece a filha-da-putagem de ele ter roubado a mulher do outro, ele  até parece um padastro bem tranquilo. A relação do Nascimento com o  filho deixa de ser mostrada como a influência maléfica de um padastro  colocando idéias na cabeça do menino pra ser uma relação muito mais  complexa de afastamento entre pai e filho que não se compreendem.</p>
<p>Foi da metade do filme pra frente que comecei a entender que toda a  narração (a oral e a mais subterrânea, a do conjunto de elementos que  mais suscitam sensações do que expressam idéias formadas) feita do ponto  de vista do personagem principal invertia seu papel. Se num filme era  ela que dava o tom definitivo da exaltação da violência e do superherói  redentor, no outro ele usa todo o seu potencial carismático para dar uma  rasteira no espectador. A maior abertura de história do cinema nacional  é tributária quase exclusivamente da identificação do público com o  policial. A condução de todo o decorrer da vida do sujeito por essa  mesma narração obriga o espectador a se confrontar com sua própria  cegueira.</p>
<p>Não quero dizer com isso que todo o país vai virar comunista e  entender todas as nuances do capital e da sociedade. Se alguém esperava  que um filme fizesse isso pode ir logo pulando da janela porque coisas  assim não acontecem. E se alguém queria um filme que tratasse com toda a  complexidade possível as questões que nós, da esquerda (assumo que  ninguém da direita me leia, e, se houver um, aproveito pra mandar se  fuder, que é pra não perder o hábito), queremos ver tratadas, esse  alguém que vá ver um filme de esquerda que fale pra esquerda e que tem  tanta potência pra afetar alguém quanto o meu dedo mindinho contra as  milícias.</p>
<p>Os dois grandes méritos do filme pra mim são a porrada que dá nas  convicções dos apaixonados pelo Nascimento e o fato de conseguir tratar  de forma muito mais elaborada do que eu poderia esperar de um filme  brasileiro de duas horas das relações por trás da violência, o discurso  que mais arrebata a população média hoje em dia. Ele é bem sucedido  mostrando a necessidade de um discurso contra o tráfico, proferido por  Wagner Montes da vida, a necessidade da eleição de políticos para manter  o esquema no esquema e, acima de tudo, a necessidade de uma polícia  eficiente e alheia a sua verdadeira função no tabuleiro. O crescente do  herói-polícia foi necessário para sua queda, porque junto com ela foi a  crença no poder milagroso do BOPE.</p>
<p>Se metade das pessoas que virem esse filme deixarem de crer numa  violência policial high-tech como redentora do mundo, pra mim já tá bom.  Fui ver o filme no shopping tijuca já me lamentando pelos comentários  que seria obrigada a ouvir saindo das bocas da playboyzada tijucana,<a href="http://homelo.wordpress.com/2010/10/13/tropa-de-elite-osso-duro-de-roer-pega-um-pega-geral-mas-vai-pegar-ate-voces/"> como disse o Melo</a>, gritando “faca na caveira”, e saí de lá bem contente com o resultado: uma platéia calada.</p>
<p>Um último comentário sobre o Capitão: não acho que a manutanção dele  como um cara correto e obstinado, como o ainda herói da história,  carregue com ela a permanencia do paradigma policial. A cena do  inquérito é fundamental para entender o personagem: ele conta que o  filho perguntou pra ele por que o trabalho dele era matar e ele diz que  depois de 20 anos na polícia ainda não sabe responder. A incapacidade do  policial de se justificar, se ele tiver conseguido de fato atingir seu  público, pode contribuir para arrancar desse público algumas certezas.</p>
<p>P.S. Leiam também o <a href="http://keltos.wordpress.com/2010/10/13/tropa-de-elite-2-uma-nova-roupa-para-o-axioma-da-truculencia/">texto do Erick</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/171/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=171&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/14/tropa-de-elite-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/500d255feb99d893d2bc9683490836f4?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">maribedran</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Twitter &#8211; Macacos Fazendo História</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/12/twitter/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/12/twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 18:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maribedran</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=161</guid>
		<description><![CDATA[Debatedores: Mais Novo: @melohistuff Pós-moderno: @idm85 Piero Loco Pachá: @phpacha Fräulein: @maribedran Sub Urbano: @sub_urbano86 Compiladores: Fräulein: @maribedran e Franciscano: @arturhenriques0 O debate: @melohistuff Em busca de uma teoria universal do valor. Sugestões? (twittei isso antes e sumiu misteriosamente!) @idm85 Teoria universal do valor? Bom, o valor é universal, mas abstratamente. Essa é a teoria [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=161&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><strong>Debatedores:</strong></p>
<p>Mais Novo: <a href="http://twitter.com/melohistuff"><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span></a></p>
<p>Pós-moderno: <a href="http://twitter.com/idm85"><span style="color:#339966;">@idm85</span></a></p>
<p><!-- P { margin-bottom: 0.08in; } -->Piero Loco Pachá:<span style="color:#3366ff;"> <a href="http://twitter.com/phpacha">@phpacha</a></span></p>
<p>Fräulein: <a href="http://twitter.com/maribedran"><span style="color:#cc99ff;">@maribedran</span></a></p>
<p>Sub Urbano: <a href="http://twitter.com/sub_urbano86"><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span></a></p>
<p><strong>Compiladores:</strong></p>
<p>Fräulein: <span style="color:#c0c0c0;"><a href="http://twitter.com/maribedran">@maribedran</a></span> e Franciscano:<span style="color:#c0c0c0;"> <a href="http://twitter.com/arturhenriques0">@arturhenriques0</a></span></p>
<p><strong>O debate:</strong></p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Em busca de uma teoria universal do valor. Sugestões? (twittei isso antes e sumiu misteriosamente!)</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85 </span>Teoria universal do valor? Bom, o valor é universal, mas abstratamente. Essa é a teoria do Marx, não serve?</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Pra mim, cada vez mais, sim. É a ela que pretendo me dedicar. Mas é difícil quando todos desacreditam!rs Galera do Pré-K não é mole.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Bom, tende a se concretizar como universal, mas somente como determinação abstrata.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85 </span>E somente produzir mercadoria não quer dizer que o valor dela é já valor propriamente dito. Mas é, de alguma forma, valor.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85 </span>Você diz uma teoria do valor que valha para qualquer tempo? Bom, se não se produz mercadoria, fica difícil ter valor, né?</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Fica? Por quê? E o problema não é esse. Se produz mercadoria. Se não é &#8220;propriamente dito&#8221;, é de que &#8220;forma&#8221;?</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>O que forma o preço das MERCADORIAS no Pré-K? &#8220;Tradição&#8221; não explica nada. É tipo &#8220;deus&#8221; pra falar do que não conhecemos (ainda).</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha</span> Tradição explica sim. Me lembra de te passar um artigo do Sahlins, bastante empírico, sobre essa questão.</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha</span> É, claro, não é só &#8220;tradição&#8221;, mas o conjunto das relações sociais específicas daquele contexto.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>&#8220;Tradição&#8221; constata, mas não explica. Como explicaria? Que influencie. Assim como oferta e demanda influenciam.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>E o que é o &#8220;conjunto das relações sociais de um determinado contexto&#8221;? No K também é isso.</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha </span>Não dá para discutir isso aqui, mas me lembra de te passar o artigo. As &#8220;situações iniciais&#8221; também são discutidas nele.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Beleza. Mas &#8220;o conjunto das relações sociais de um determinado contexto&#8221; é inacessível em sua totalidade de determinações.</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha </span>Até vc com &#8220;carência de Deus&#8221;?</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Não conseguiríamos explicar nada por aí. E algo determina o preço de forma que ele seja x, 2x ou 10x. Mas nunca 1000000x.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Por quê?</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha</span> Essa totalidade aí só é acessível para Ele. =)</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Eu sei. É justamente por isso que buscá-la não é o caminho pra descobrir o que determina o preço das mercadorias no Pré-K! hehehe</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>E nem nada. Senão não saberíamos nada, nunca.</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha </span>Acho que ajuda pensar que a &#8220;tradição&#8221; é sinônimo de práticas pretéritas. Não só daquele troca específica e imediata.</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha</span> Mas a totalidade é sempre um horizonte. E realmente não dá para discutir isso aqui. =P</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Pretéritas quanto? E o que explica as práticas pretéritas? Fala sobre isso?</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha </span>Na sexta. Pode cobrar.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Se a anatomia do homem é uma chave para a anatomia do macaco talvez devêssemos tentar botar a chave na fechadura e girar. =)</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha</span> Hahahahaha</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> A determinação do preço pelo valor dele depende da intensidade da mercantilização.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85 </span>Só trocas recorrentes, num grau já algo expressivo de produção para o mercado, gera médias concretas de t. de trb. nec</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>E como se mede isso? Pela quantidade da riqueza social que circula como mercadoria? A partir de quanto o valor determina?</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Faz sentido isso aí que tu tá falando.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Quão menor for o grau de mercantilização, maior a casualidade na determinação do valor.</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha </span> Outro dia eu estava pensando que acho que finalmente entendi o seu argumento sobre o valor como abstração universal (temporalmente).</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Mas uma vez que a casualidade tenha determinado, ele se fixa de modo mais ou menos duradouro naquele tipo de mercadoria.</p>
<p><span style="color:#3366ff;">@phpacha</span> E acho que concordo. Mas não naqueles termos. =)</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>E mesmo essa casualidade tem um lastro no processo produtivo&#8230; é uma casualidade não tão casual. Mas entendi o que você disse.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Não tem como medir isso a priori, mas até o kismo não se pode falar de uma determinação essencial pelo tempo de trabalho.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Eu não. Mas o nome me parece interessante. Pedir pro Ivan me explicar isso em 140 caracteres seria demais?</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> É por isso que às vezes as diferenças entre os processos de circulação de mercadorias no K e no Pré-K me parecem mt arbitrários.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Mas considerando que pré-k e k são coisas absolutamente distintas, é foda comparar um mesmo processo em ambos.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Mas também é foda não perceber que é um mesmo processo localizado em outro contexto histórico, com outras determinações. Mas o mesmo.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Não existe pré-k em si, somente em contraposição ao capitalismo, que esse põe para essas realidades muito diferentes.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Digo, é possível, abstratamente, abordar o processo e explicá-lo. E no fim é isso que importa. Não o que pensavam que fosse.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Mas quando assumimos K, já admitimos a inauguração histórica que esse momento traz na história da humanidade. Algo o diferencia.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85 </span>Quão o mesmo são, e a partir de q parâmetro? Marx bem fala q as coisas só se tornam as mesmas perdendo o q tem de determinante.</p>
<p><span style="color:#cc99ff;">@maribedran</span> É muito bizarra essa idéia de um conceito que só atinge sua determinação última quando se torna efetivamente dominante. Sempre (&#8230;)</p>
<p><span style="color:#cc99ff;">@maribedran</span> fica um &#8220;tá, mas antes era o que mesmo?&#8221; Uma abstração concreta? eu meio que só entendo abstratamente</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> De TODO o resto. Por TODO o resto se compreende TODO mesmo, sem exceção.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Exato, e algo q o k inaugura na história é a universalização de uma mesma lógica simples o suficiente para servir de parâmetro.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>São o mesmo a partir do parâmetro que nos é possível estabelecer: nosso próprio tempo. Mas não são o MESMO. São o mesmo.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> São o mesmo na mesma medida em que &#8220;exploração&#8221; é a mesma coisa, por exemplo.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Mas &#8220;exploração&#8221; se aplica ao pré-k na medida mesma em que é distinto e contraposto à exploração capitalista.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Mas que que tem isso? Nos sirvamos desse parâmetro, então.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Não tinha visto o tweet anterior, mas é isso mesmo, conquanto na comparação se revele que o parâmetro é o capitalismo.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Exatamente. É justamente nessa medida. Ainda assim guarda algo de essencial para que continue sendo chamada pelo mesmo nome.</p>
<p><span style="color:#cc99ff;">@maribedran</span> São o mesmo na medida em q o K é tão novo que qq coisa é q tenha vindo antes não pode nem sequer parecer mt diferente</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>E uma outra questão entra: não há nada que nos aproxime deles? Ou dos caras da pré-história? O que nos torna tão humanos quanto eles?</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Antes de algo poder ser perfeitamente determinável por si, está em outra coisa, não é ainda autônoma.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Mas isso aí é impossível de demonstrar. Se for verdade, é impossível de provar. E não pode ser mentira.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Ou melhor, até pode. Mas o contra-argumento pode ser exatamente o &#8220;é tão diferente que você está igualando&#8221;.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85 </span>Mas a questão aí é de que tipo de liame se está buscando. Pode-se dizer que em si não se tem nada propriamente em comum.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Pode? Pra mim é difícil lidar com isso.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> É em relação ao klismo, na medida em que nega a organização comunitária, que temos algo em comum, se tentamos recuperar esta.</p>
<p><span style="color:#cc99ff;">@maribedran</span> É o que o @idm85 falou(se é o q entendi): a humanidade antes de se autodeterminar está em outra coisa (biologia, p.e.)</p>
<p><span style="color:#cc99ff;">@maribedran</span> Ela não existe propriamente, certo? Ainda que exista.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Daqui pra frente eu consigo entender perfeitamente o sentido disso. Não entendo é porquê isso não vale daqui pra trás.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm8</span>5 É. Existe como algo que se diz sem uma realidade de fato concreta. &#8220;Humanidade&#8221; antes que os homens ajam como uma só humanidade.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>O K é muito sui generis, mas da maneira como costumam colocá-lo parece que ele é o processo dos processos. O definitivo, a perfeição.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>A super-historicização do K é tão paralisante quanto sua a-historicização completa. Não dá pra rolar um meio-termo?</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Já é questão epistemológica, mas tem a ver com a busca por um fundamento propriamente histórico para os conceitos.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Afinal de contas, o problema da dialética é o de como o conceito se faz. No Marx, de como se faz a partir da história.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Mas se o fundamento propriamente histórico do conceito é supervalorizado deixa de ser conceito e vira nome de uma coisa. Não?</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85 </span> Não creio que seja uma boa alternativa. O importante é entender que história o capitalismo faz e qual deixa de fazer.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Depende do que você pensa como sendo a história. Se é só a relativização de um universal no tempo, então é só um nome mesmo.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Mas se você pensa a história como um processo efetivo, como se originando e se produzindo, deixa de ser relativização vazia.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span> Mas se vivemos sob o K, como podemos ver qual história ele deixa de fazer? E se podemos, podemos fazê-la também, então.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Porque tem relações bem determinadas com esses &#8220;nomes&#8221;, como realidades históricas.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Não, justamente podemos antevê-la, mas não realizá-la. Uma história comunista é impossível no capitalismo.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> E como se decide quais relações são bem determinadas por esses nomes e quais não podem ser?</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Podemos fazer uma historiografia comunista, ou marxista, mas não uma história. Por história leia-se o mundo.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Estava falando de historiografia. hehehe</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Pelo estudo dialético da história concreta. É o projeto do Marx.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Eu reparei, heheh.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> O estudo dialético da história concreta não me convenceu de que não é possível a teoria do valor de Marx explicar sociedades ñ-K.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Mas convenceu todo mundo e até hoje não entendi o que eu ainda não entendi.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm8</span>5 Porque o valor só existe concretamente quando o sentido da produção em geral é já a da produção para o mercado.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Mas qual o problema de ele já existir abstratamente desde que o homem transforma a natureza, se relaciona com ela e com os outros?</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>O que digo é: cada momento histórico, inclusive o nosso, é &#8220;só&#8221; a forma concreta de se manifestar algo que existe desde sempre.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Porque se é para ficar no abstrato, Hegel é melhor que Marx.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Esse &#8220;algo&#8221; seria o trabalho, ou sei lá o quê. Alguém diz isso? Quem?</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> Não entendi seu último twitt. Penso como a concretização e efetivação de tendências anteriores, possibilidades, (&#8230;)</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86 </span>antepostos no próprio processo de análise,mas dispostos na concretização e materialidadehistórica,produzidos.Ñ existem portanto desde sempre</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85 </span>Não! Se é mera forma de manifestação, então as coisas são, em essência, a-históricas. Imutáveis, em essência, portanto.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@sub_urbano86 </span>Exteriorização pura e simples de biologismos automáticos não são históricas mesmo.Abstraídas,muito mais que abstratas.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Nada deve parecer natural, nada deve ser impossível de mudar, hehe. Isso é pensar a revolução.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Não. Porque essa &#8220;mera&#8221; forma de manifestação determina também as possibilidades e os caminhos a seguir.</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> Relacionar-se com a natureza é brutalmente distinto se no p-k ou no k. O primeiro só adquire homogeneidade qnd (&#8230;)</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Mas eu não disse nada diferente disso. Mas a mudança, as possibilidades de mudança, são mudanças na forma.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Com freios pré-determinados. Limites pré-determinados e ambições pré-determinados.</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> é abusiva e necessariamente contraposto ao K. Até para evitar as concretizações a abusos de universalismos antes da própria universalidade.</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> E o que é a natureza. Em si, o que unifica a natureza de maneira a chamarmos &#8220;natureza&#8221;? Nada.</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86 </span>mudanças dignas de serem assim chamadas nunca são apenas na forma.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> Por que não? (a pergunta não é retórica</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Só num mundo de essências estanques. De resto, as mudanças são de forma e conteúdo.</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> Natureza só se torna digna do próprio conceito quando a relação do h com objetos que são encarados como externos a si (&#8230;)</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Bom, pq essas essências são sempre postuladas. São um ranço de dogmatismo, no mínimo. Pré-kantiano.</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> (o que já é algo relacionalmente definido) se universalizam a ponto de tomá-la também enquanto totalidade, universalidade que o conceito&#8230;</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> E, mais importante, pq o horizonte da revolução não pode ser rebaixado logo de início. Ampla, geral e irrestrita.</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> &#8230; exige.Não é a priori ou &#8220;ontologicamente anterior&#8221; como um materialismo tosco sugeriria. Se abstraímos seu caráter material,histórico..</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff </span>Sim. Mas a partir do momento que isso ocorre, não podemos olhar pra trás de outra forma, já sabendo disso?</p>
<p><span style="color:#339966;">@idm85</span> Bom, agora eu preciso ir. Mas se vocês continuarem, amanhã eu leio. (e desculpa pela timeline dos amigos).</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> a tornamos tão essencializada (e estupramos a História) quanto em qualquer outra forma mais intelectualmente primeva.</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> Agora vou ler os twitts intercalados com o meu. : P</p>
<p><span style="color:#008080;">@sub_urbano86</span> Acho interessante um balanço de perdas e ganhos para um determinado objetivo disso. No geral, tendo a não achar uma boa não&#8230;</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> É que parece não ter sentido fazer o que fazemos se é tão diferente do mundo que vivemos. Essa separação total é foda.</p>
<p><span style="color:#00ffff;">@melohistuff</span> A anatomia do homem é uma chave para a anatomia do macaco. Mas se o contrário valer também, algo tem de nos ligar a eles.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/161/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=161&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/12/twitter/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/500d255feb99d893d2bc9683490836f4?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">maribedran</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>comentários sobre Tropa de Elite 2</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/11/comentarios-sobre-tropa-de-elite-2/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/11/comentarios-sobre-tropa-de-elite-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 01:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>5150</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=156</guid>
		<description><![CDATA[O ressentimento pouco disfarçado do Padilha em entrevistas recentes não é só contra os que piratearam o primeiro filme e abocanharam parte do lucro fenomenal que teria. É também contra as vozes que lhe impuseram a alcunha de fascista. À época de Tropa 1, Padilha se defendeu de duas formas: a primeira, mais trivial, foi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=156&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ressentimento pouco disfarçado do Padilha em entrevistas recentes não é só contra os que piratearam o primeiro filme e abocanharam parte do lucro fenomenal que teria. É também contra as vozes que lhe impuseram a alcunha de fascista. À época de Tropa 1, Padilha se defendeu de duas formas: a primeira, mais trivial, foi colocar que tem horror à violência como todo cidadão de bem. A segunda foi se isentar de qualquer responsabilidade sobre a mensagem que o filme passava (à exceção da culpabilização dos maconheiros zonasulenses, ostentada com firmeza). Para o Padilha, então, seu filme expôs a coisa a partir do policial, mostrando os fatos e a realidade, no melhor estilo positivista. Lá fora Tropa foi entendido como contra a polícia. Aqui, teve o desastroso efeito de heroicizar imbecis vestidos de preto, reforçando a estreita solução para a segurança pública que está no coração do senso comum, do taxista a Wagner Montes e passando pelos colunistas do Globo, a de que tem que “sentar o dedo nessa porra”. Como se coloca por aí, por que não se invade tudo ao mesmo tempo e de uma vez? Em suma, a miopia sociológica reduz tudo a uma questão de logística e força de vontade, não elevando a patamar nenhum a suposta discussão sobre a violência que os bem intencionados Wagner Moura e Padilha pretendiam promover.</p>
<p>Em meio à polêmica do filme alardeado pela esquerda – e qualquer coisa que se diferencia de um conservadorismo rude é entendida como tal – apresentou-se em Tropa 2 um professor de História engajado na questão dos direitos humanos. O que poderia ser uma oportunidade de revisão do argumento propagado –intencionalmente ou não &#8211; pelo primeiro filme se torna em uma reatividade pouco elegante. O dito cujo do professor (que é fã de Che Guevara, Rosa e Mariguela) é oportunista, carreirista e histérico. Uma caricatura bem ao gosto da turma do Leblon-Morumbi-PSDB. Além disso tudo, o professor é responsável, indiretamente, por conta de seus papinhos libertários e tolerantes, pelo consumo de maconha do filho do Nascimento e – quanto mau gosto roteirístico! – por capturar a ex-esposa do Caveira, mais zeloso nas questões familiares nesse segundo filme. Toda reatividade apresentada pelo Professor contra a polícia é a reatividade do Padilha em relação aos seus críticos. Curioso é que o Professor, que vira deputado estadual, é inspirado no Marcelo Freixo, a quem Padilha e Moura apoiaram explicitamente em campanha. Antes de ver Tropa 2, achei que Padilha apresentaria o personagem baseado no valoroso deputado como um Batman do Parlamento, como uma espécie de alter-ego do Nascimento que ao invés de portar uma arma na favela vestiria um terno, mas combateria com a mesma virtuosidade e rigor os maus elementos que se estendem até a Alerj. Mas Padilha preferiu mesmo lambuzar o personagem na toscaria, ainda que o situando ao lado dos “bons”.</p>
<p>E é a essa coisa de bom e mau que o filme dá continuidade, mais uma vez reforçando o senso comum e perdendo a oportunidade de discutir com mais inteligência e proficuidade o problema da segurança no Rio de Janeiro. O que fazer, onde nos apoiar em meio a tanta degradação? Ora, nos bastiões da moral, cujo símbolo-mor, o herói nacional, é o Nascimento. Sendo a pureza e a incorruptibilidade, ele e seus companheiros de BOPE são, portanto, os  melhores e quase únicos agentes nessa história toda. (Aliás, note-se como o BOPE aparece sempre como redentor) E por serem elevados a esse patamar,o de homens bons, seus métodos não passam por questionamentos. E toma-lhe incursão militar em favela e tortura sem o mínimo de problematização ( a não ser os rompantes enlouquecidos  e caricatos do professor). Na Europa, como disse acima, tudo isso causa horror. Aqui novamente vai passar batido, no ritmo do cotidiano – os pobres que se esquivem das balas quando o Estado estiver executando sua nobre missão de trazer a segurança à sociedade! E Tropa 2 dá um passo além no endeusamento de Nascimento – ao se tornar vítima de más interpretações e de uma operação frustrada, ele cai em uma injusta desgraça profissional e familiar. Tudo para projetar sobre o Capitão mais empatia. Curioso então é que um filme que ressalta continuamente o aspecto sistêmico do problema só aponte para possibilidades pontuadas em indivíduos, de preferência os que estão reunidos no BOPE (mais estes do que o militante parlamentar, diga-se de passagem).</p>
<p>Com o mote de que complexifica a abordagem do crime organizado, o filme mostra sua imbricação com a dinâmica eleitoral e o Estado. Se tal compreensão é necessária, não foi muito além do que já tinham percebido os que acompanham minimamente os jornais (pelo menos os que tem menos bundas nas capas, ainda que estes não sejam menos esdrúxulos). O que ele traz no final das contas? Quando prender e matar se mostram caminhos insuficientes, eles não tem mais nenhuma outra carta na manga. Tropa de Elite 2 é, no final das contas, só um produto mais acabado desse mais do mesmo que é a espetacularização da nossa tragédia. Ao contrário do caráter propositivo que tem um Luiz Eduardo Soares, para citar alguém bem próximo dos que fizeram o filme, Tropa de Elite nos condena.</p>
<p>A sociedade não começou ainda a pensar possíveis reformas institucionais e mudanças de mentalidade que trariam significativos impactos. Mais profundo do que isso, a sociedade ainda não se vê como um agente político,  permanecendo no movimento de delegar o poder aos capazes, seja o Nascimento, seja o Marcelo Freixo. Quando das acusações de fascismo que o primeiro filme teve, o que primeiro me vinha a mente e ainda vem é que seu sentido não é só pelo uso brutal da violência, mas também pela alienação política que uma exaltação do BOPE contém: ela significa entregar o poder, o poder de justiça, de vida e morte. O nazi-fascismo foi esse grande movimento do povo de se tornar alheio, de se tornar passivo, algo disfarçado e possibilitado pela total referenciação no Estado que os aspectos da vida passaram a ter. Só uma reflexão que nos aponte para uma agência popular pode ser rica de possibilidades. E isso sim seria, de fato, politizar o problema e vê-lo como muito maior do que uma questão de segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/156/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=156&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/11/comentarios-sobre-tropa-de-elite-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/a65ce234df843304ff174f012535b26c?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">kombidriver</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A Juventude é apenas&#8230;uma afirmação?</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/07/a-juventude-e-apenas-uma-afirmacao/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/07/a-juventude-e-apenas-uma-afirmacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 15:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=151</guid>
		<description><![CDATA[- Por Erick Carvalho &#160; Para Pierre Bourdieu a juventude é apenas uma palavra. Suas aspirações sociais são condicionadas por sentimentos quase sempre ligados a geração anterior. Bens de consumo raros para uma geração são banais para a outra e, assim, a vontade de se apresentar como sendo mais arrojado que a geração de seus [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=151&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><strong><em>- Por Erick Carvalho</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">Para <em>Pierre Bourdieu</em> a juventude é apenas uma palavra. Suas aspirações sociais são condicionadas por sentimentos quase sempre ligados a geração anterior. Bens de consumo raros para uma geração são banais para a outra e, assim, a vontade de se apresentar como sendo mais arrojado que a geração de seus pais se torna involuntária.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000ekt4/s320x240"><img class="alignleft" src="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000ekt4/s320x240" alt="Beat" width="178" height="240" /></a>O sistema escolar crescente e o acesso a possibilidades sociais diferenciadas também motivam estes jovens na busca por uma afirmação. Neste ínterim a adolescência é criada e os anos que vão geralmente dos 13, 14 anos até os 19 são comumente aceitos como anos de rebeldia.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000ekt4/"></a>E essa rebeldia tem forma, roupagem, gírias e comportamentos que buscam transmitir uma mensagem de crítica a algum padrão da geração anterior. Se pensarmos bem, assim como a moda, certos brados políticos, certos ícones musicais e certas maneiras de andar dos hoje chamados adolescentes são atemporais e contestam um mundo estabelecido anteriormente.</p>
<p style="text-align:justify;">Historicamente isso não vem com os Punks ou com as meninas histéricas fãs de backstreetboys. Quer dizer, hoje em dia são fãs dos Jonas Brothers, essas boysbands ficaram no remoto passado dos anos 90. Mas o importante é que bem antes disso nós encontramos esses padrões de rebeldia e ímpeto adolescente.</p>
<p style="text-align:justify;">E é de fato interessante pensar que as chamadas tribos urbanas e febres adolescentes são sempre muito parecidas e sempre ridicularizam a tribo anterior ou a febre musical anterior. Quer dizer, os emos são ridicularizados mesmo na sua própria geração, mas eles têm seus próprios problemas.</p>
<p style="text-align:justify;">E como diz Bourdieu é uma questão ligada aos parâmetros modais de uma sociedade. O que uma sociedade espera de si ela espera que a próxima geração consiga, mas em um tempo relativamente maior do que a geração que chega quer. E essa tensão precisa de um divisor de águas. Os gostos diferenciados, as roupas e as idéias chocantes aparecem como instrumento de diferenciação entre grupos de faixas etárias diferentes.</p>
<p style="text-align:justify;">No final do século XIX, por exemplo, andavam pelas ruas parisienses os <em>Apaches</em> que nada mais eram que jovens com aspirações anarquistas vestidos com roupas extravagantes e que andavam pela vida boêmia de Paris se metendo em todo tipo de problema. Ou seja, será que os punks londrinos dos nos anos 70 do século XX foram tão inovadores assim? Ok, cabelos coloridos e alfinetes foram uma inovação, mas o ideal de juventude rebelde que precisa de um grupo identitário para se afirmar é muito forte. Se pararmos para pensar, existem grupos muito parecidos, mas estes grupos NUNCA são sucessivos. Pois não haveria necessidade de se contestar uma postura da geração anterior agindo da mesma forma que ela.<a href="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000byty/"></a></p>
<p style="text-align:justify;">Assim encontramos os swinger boys dos anos 30 e 40 com suas roupas <a href="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000byty"><img class="alignright" src="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000byty" alt="Swing" width="200" height="234" /></a>largas, chapéus extravagantes e que dançando ao som de big bands de jazz como as de Benny Goodman, ou como eu gosto de chamar das bandas de Jazz leite-com-pêra, criavam todo um novo estilo que zombava com os momentos de tensão existentes na geração  que vivia os males da depressão americana e da segunda guerra.</p>
<p style="text-align:justify;">O escape é mola mestra. É o tentar fugir de um mundo com mazelas que para a geração mais nova foi criada pela geração anterior e apenas os mais novos podem mostrar um novo rumo. E se não conseguem, lamentam como o caso dos Beats das décadas de 50 e 60 que ao se entregarem ao jazz, sexo maleável e ao consumo de drogas ostentavam toda a desilusão de uma geração que já chegava pessimista e que tentava em suas poesias soturnas e desesperadas despertar o mundo ou adormecer suas esperanças.</p>
<p style="text-align:justify;">A geração seguinte munida das armas do rock criaria o movimento hippie e o já citado punk buscando justamente fazer aquilo que a geração beat não fez. Agir.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000cf20/"></a><a href="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000cf20/s320x240"><img class="alignleft" src="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000cf20/s320x240" alt="Punk" width="320" height="208" /></a>E assim o punk foi se tornando fraco com o passar da juventude e vieram os darks e góticos dos anos 80, igualmente desiludidos e voltando com as poesias soturnas. No entanto, ao contrário do que se esperava, o grunge que veio logo após apenas corroborou com esse sentimento de desespero. E assim os Anos 90 terminam com aquele clima de afetação pessimista e histeria das boysbands que fizeram surgir os emos dos anos 2000.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas essa afetação e volúpia musical adolescente vêm de muito tempo. Se hoje as meninas que não ainda alcançaram a primeira regra gritam aos berros ao ver os meninos do Restart ou o Justin Bieber no palco, nos 90 eram os backstreet boys ou o n’sync talvez. Ou quem sabe o new kids on the block. E elas se desesperavam com os Bee Gees na década de 70, ou com o Elvis nos anos 50 e jogavam suas calcinhas no palco quando Frank Sinatra nos anos 40 cantava <em>Strangers in the night</em>. É engraçado tentar imaginar as adolescentes fãs de Justin Bieber e crepúsculo gritando histéricas com Frank Sinatra.</p>
<p style="text-align:justify;">No final das contas toda essa afetação também é fruto de aspirações diferenciadas que ao buscar os novos padrões e estilos se perdem de forma bem parecida que suas avós. Por mais que as achem ultrapassadas.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000d307/"></a></p>
<p style="text-align:justify;">Nesse sentido, concordo com Bourdieu quando este explica por outros <a href="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000d307/s320x240"><img class="alignright" src="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000d307/s320x240" alt="Jonas Brothers" width="320" height="213" /></a>caminhos que a juventude é apenas uma palavra. Os conflitos e tensões entre gerações sempre existem, mas não por serem gerações diferentes, mas porque somos condicionados a uma hierarquia de interesses diferenciados daqueles que nos procederam. E as classes sociais com formações cada vez mais distantes de uma década para a outra ajuda na formação destes grupos e fenômenos adolescentes que nada mais são que um grito social <em>outsider</em> que rapidamente entra no mundo dos <em>estabelecidos</em>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/151/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=151&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/10/07/a-juventude-e-apenas-uma-afirmacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0404cf7b2b0165ac7abd61cb00ea08bd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">keltos</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000ekt4/s320x240" medium="image">
			<media:title type="html">Beat</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000byty" medium="image">
			<media:title type="html">Swing</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000cf20/s320x240" medium="image">
			<media:title type="html">Punk</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://pics.livejournal.com/okeltos/pic/0000d307/s320x240" medium="image">
			<media:title type="html">Jonas Brothers</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Karate Kid ou &#8220;Como ensinar A VERDADE aos chineses&#8221;</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/09/29/karate-kid-ou-como-ensinar-a-verdade-aos-chineses/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/09/29/karate-kid-ou-como-ensinar-a-verdade-aos-chineses/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 02:02:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maribedran</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=138</guid>
		<description><![CDATA[Por Fábio Frizzo (publicado originalmente aqui) Como boa parte das pessoas da minha idade, eu sou fã de Karate Kid. A trilogia orginal com Pat Morita e Ralph Macchio &#8211; que depois virou roteirista de HQs, carreira pra qual tem tão pouco talento quanto pra ator &#8211; foi lançada no mesmo ano em que eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=138&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>Por Fábio Frizzo (publicado originalmente <a href="http://rascunhoantipoda.blogspot.com/2010/09/karate-kid-ou-como-ensinar-verdade-aos.html" target="_self">aqui</a>)</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Como boa parte das pessoas da minha idade, eu sou fã de Karate Kid. A trilogia orginal com Pat Morita e Ralph Macchio &#8211; que depois virou roteirista de HQs, carreira pra qual tem tão pouco talento quanto pra ator &#8211; foi lançada no mesmo ano em que eu nasci. Qual não foi minha supresa ao saber que seria refilmado 25 anos depois?</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/09/the-karate-kid-2010.jpg"><img class="size-full wp-image-139 aligncenter" title="The-Karate-Kid-2010" src="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/09/the-karate-kid-2010.jpg?w=497" alt=""   /></a><br />
Obviamente hoje faz mais sentido que seja kung fu kid, devido ao sucesso de astros do cinema chinês em Holywood. Melhor ainda poder aproveitar os lindos cenários e os imensos capitais chineses. Então, façamos logo o politicamente correto, coloquemos um astro chinês e o filho de um astro negro.</p>
<p>Não lembro dos detalhes do primeiro filme, mas não recordo de nenhuma conotação ideológica tão explícita como a da refilmagem. O drama girava em torno de dois indivíduos deslocados que encontravam, na amizade (com aspectos paternos) e na filosofia das artes marciais, uma linha pro recomeço de suas vidas. Somava-se a isto a afirmação de um karate original contra o karate violento e sem espírito das forças armadas desalmadas dos EUA, com uma sutil crítica à Guerra do Vietnã e ao massacre japonês na Segunda Guerra. Não era isso?</p>
<p>E o que isso virou no Kung Fu Panda, ops, Kung Fu Kid??? Um garoto e um velho deslocado encontram, na amizade (com aspectos paternos) e na filosofia das artes marciais, uma linha pro recomeço de suas vidas. Até aí tudo igual menos o tempo verbal! Mas a diferença vai muuuito além da gramática! Vejamos:</p>
<p>Um menino negro muda dos EUA para Beijing porque sua mãe é uma estadunidense qualificada para trabalhar no mercado chinês em expansão, enquanto na sua terra natal a situação é de crise. Lá encontra filhos da elite chinesa, é rejeitado e espancado por um coletivo de meninos que vestem uniforme vermelho e seguem um mestre duro, indisciplinado e covarde. Recorre à superação individual com o auxílio de outro indivíduo completamente isolado, este sim, o único trabalhador do filme, vive na merda.</p>
<p>Pra cortar, no campeonato o menino enverga a tradicional veste e representa o verdadeiro kung fu, enquanto os outros são crianças de trajes muito parecidos corromperam o “verdadeiro” espírito individualista da arte marcial ao obedecerem ao líder despótico.</p>
<p>No fim, é claro, ganha o menininho dos EUA, mostrando que um individualismo à moda oriental é O caminho pra China. Não satisfeito com isto, o filme apela ainda mais! Condena a ação coletiva dos alunos chineses, que lutam por equipe. Mas estes se recuperam, quando, após a derrota, renegam seu mestre e prestam reverência ao “verdadeiro” mestre do kung fu, que, coincidentemente, veste um uniforme com as cores da bandeira estadunidense.</p>
<p>Assim, o gigante chinês, um dia resistente, percebe que O caminho é aquele dos EUA, abandonando a via “totalitarista” de uma ideologia ultrapassada, mas não tão antiga quanto o individualismo da natureza humana.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/138/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=138&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/09/29/karate-kid-ou-como-ensinar-a-verdade-aos-chineses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/500d255feb99d893d2bc9683490836f4?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">maribedran</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/09/the-karate-kid-2010.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">The-Karate-Kid-2010</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A Origem &#8211; Um Simples Labirinto</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/09/07/a-origem-um-simples-labirinto/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/09/07/a-origem-um-simples-labirinto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 08:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sub Urbano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=121</guid>
		<description><![CDATA[[Contém spoiler!] Por Sub Urbano Esqueça tudo o que você viu até agora. A partir de agora tudo o que você sabe irá mudar. Esta é a ideia do maldito hype. Transformar um determinado produto da indústria cultural em algo extremamente sui generis, algo diferente, revolucionário, e que por isso deverá marcar uma época. É [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=121&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Contém spoiler!]</p>
<p><em>Por Sub Urbano</em></p>
<p>Esqueça tudo o que você viu até agora. A partir de agora tudo o que você sabe irá mudar. Esta é a ideia do maldito <em>hype</em>. Transformar um determinado produto da indústria cultural em algo extremamente <em>sui generis</em>, algo diferente, revolucionário, e que por isso deverá marcar uma época. É claro que o que não faltam por aí são falsos messias. E é nesta questão que se insere <em>Inception</em>, e por isto este filme adquire a sua importância.</p>
<p>Como era de se esperar, depois do bilhão que o diretor Chris Nolan reverteu à Warner com <em>O Cavaleiro das Trevas</em>, é de se esperar que a empresa investisse violentamente em propagandas desta natureza, e que, se possível, veiculassem algum grau de proximidade do novo filme do diretor com o mega sucesso batmaníaco. Talvez a intenção do primeiro cartaz seja justamente a de um mundo  diferente, invertido, que está a virar de cabeça para baixo seja uma destas vias &#8211; a propaganda a vê como “um filme do diretor de Dark Knight”.</p>
<p>Nada mais convencional, contudo, que a linha de desenvolvimento de <em>A Origem</em>. O filme trata apenas de uma superação pessoal de uma perda, de como lidar com escolhas feitas. Mas não é qualquer perda ou qualquer escolha. É a responsabilidade pela demolição da segurança e da certeza de concretude da vida – e não para si, mas para o cônjuge amado. Apesar da gravidade da questão, a trama não deixa de ser razoavelmente simples, linear. Transcorridos 15% do filme já é possível saber o seu final, e mesmo que rostos serão vistos nele.</p>
<p>Os caminhos que o filme percorre, no entanto, são mais complexos. Um tema como o mencionado pode partir (e concluir) de(m) um tom especificamente dramático, com grande peso a atuações densas, e com clima pesado, e mesmo claustrofóbico. Nolan abandona esta perspectiva, e trata a questão a partir do padrão “filme-de-ladrão”, em clima aventureiro e mesmo com pitadas de ação. O sabor, contudo, é de tensão constante, que pode arrebentar a qualquer momento. E aí está uma bela escolha do diretor – uma eventual opção por um filme com cara de <em>Beleza Americana</em> poderia ser premiado, reverenciado etc. Mas para o grande público ele está alocado no limbo, que a película evoca bem. Tornar o filme palatável para o espectador médio parece ser uma preocupação desde pelo menos Insônia, e não creio que isto seja um problema, mas uma de suas virtudes. É claro que com isso perde-se alguma profundidade, mas ainda assim os elementos básicos estão presentes.</p>
<p>A complexificação possível, contudo, parece estar mais nas mãos dos que assistem do que atiradas de mão dada beijada à plateia. É claro que diante de um filme com um roteiro original como o que <em>A Origem</em> apresenta, bem articulado e fechado, <em>redondinho</em>, a primeira impressão é a de uma certa incompreensão e mesmo raiva – quando assisti, ouviu-se um sonoro “Aaaaaahhhhh!” coletivo quando o filme encerra sem a resposta concretizada de maneira explícita. Pode parecer um labirinto cacofônico de níveis oníricos, mas por mais embolado que seja um novelo, ele ainda é composto por uma linha. A superação de Cobb, a saída de seu próprio e traçado labirinto, a fuga de si só é possível graças à linha (ou ao fio) de Ariadne (nome que obviamente não escolhido por acaso).</p>
<p>A forma dos labirintos também chama atenção. Ao saber da existência de níveis mais profundos de sonhar, a ideia que me acometeu foi a de que em determinado ponto a instabilidade e o caos seriam reinantes, e psicodelias dariam o tom de cenários e comportamentos. Opta-se, contudo, por cenários bem realistas, concretos, e, o que mais chamou atenção, com sua espacialidade progressivamente mais racionalizada (cidade &lt; hotel &lt; instalação militar), até que se chegue ao núcleo da questão, até que Cobb tenha que resolver sua questão consigo, até que falhe e precise novamente de Ariadne. Os cenários realísticos foram todos projetados, metrificados, planejados. Mas a superação nunca pode ser planejada. Mal lembra disso, representa isso, é isso. Não importa o domínio arquitetônico, não importam as rotas de fugas prontas, acabadas. Deve-se ser mais capaz que isso, mas a força do passado é sempre maior. Cobb sempre fracassa ao confrontá-la, porque não se confronta o feito. É humano.</p>
<p><em>A Origem</em> não deixa de ser assombrosa em uma questão crucial: a trilha sonora. Não apenas se consolida cada vez mais a profícua parceria de Nolan com Hanz Zimmer (já em <em>Dark Knight</em>, e mesmo em <em>Begins</em>) como ela se mantém como um espetáculo dentro do espetáculo. Não é só porque “encaixa” muito bem, mas porque é parte do cenário e da cena com tanto peso e impacto quanto os diálogos, as atuações e o cenário. Não é de forma alguma “acessória” ou algo do gênero. A fala do pai de Robert Fischer (Cillian Murphy, ou o “Espantalho”) antes de morrer no cofre certamente não seria emocionante (embora o diálogo seja também louvável) da mesma forma não fosse o acompanhamento musical. A inserção de <em>Non, je ne regrette rien</em> no hotel no qual Mal se suicida é deliciosamente precisa, acertada e cínica (<span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:small;">Marion Cotillard já interpretou Piaf)</span></span></span>. Ainda assim, a trilha beira a autossuficiência – este texto é escrito ao escutá-la. Não só para “entrar no clima”, mas porque é impossível ouvi-la sem pensar nas cenas. Se duvida, ouça-a, e aqui vai uma dica: Zimmer também é responsável pela trilha de <em>Rei Leão.</em> O filme mais recente com apelo semelhante em termos de trilha sonora é <em>Os Infiltrados</em>, mas isso já é assunto para outra postagem.</p>
<p>Ao abordar sonhos, níveis dentro dos mesmos etc, é comum pensar que “o filme podia mais”. Certamente poderia, mas é um tanto desproprositado exigir mais de alguém do que este mesmo alguém se propõe. Um filme sobre um purgatório pessoal que é divertido, que consegue te manter grudado na cadeira durante boa parte dele, que dá vontade de rever,  não apenas pela diversão, mas pelas possíveis discussões, <em>easter eggs</em> etc, soa-me como uma certa conquista cinematográfica. Ao recrutar seus arquitetos, Nolan recria, remonta, e brinca com os formatos, objetivos e questões dos cinema, especialmente da década de 1990 em diante. Um “filme de ladrão” onde a realização é puramente interna, no qual o interesse é mais a conquista do passado que uma abundância futura, no qual o ressentimento e a vingança sequer figuram como motivações. Ele não é um filme que irá mudar a sua vida, que te fará repensar a existência humana ou coisa que o valha. Se alguém entendeu o filme assim, foi o marketing, que parte do princípio da não crença no seu produto.</p>
<p>A resolução do problema se constrói de maneira igualmente interessante. Cobb ao entrar nos sonhos não precisa de um totem. Sempre que mergulha neles, Mal aparece. Ela é seu anti-totem, sua perda de si, sua auto-circularidade e, portanto, sua hiper-individualização. Ao mesmo tempo, seu ego, fragilizado, esgarçado, desnutrido, insuficiente, perdido. A escolha da figura de um cônjuge em um mundo no qual casamentos cada vez mais figuram como apólices de seguro contra a solidão também é digna de palmas.</p>
<p>Ainda assim, o personagem de DiCaprio (é assim que se escreve?) aparece diversas vezes rodando o peão. Ao ter com seus filhos, no entanto, deixa-o para trás, rodando sem que ele pare, sem que não pare. Mas o peão (em toda sua polissemia) não é o totem de Cobb &#8211; seu totem é a aliança, que aparece em close (recurso raro) logo no primeiro momento de realidade, e que, ao estar acordado, ele mexe e remexe nela. O peão era o totem de Mal, e continua sendo Mal. Ao deixar o peão rodando e se lixar para o que acontecerá, já se sabe seu destino, pois ele deixou-a para trás. A culpa não é vencida, ela é abandonada.</p>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_128" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><a href="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/09/fellininception2.jpg"><img class="size-full wp-image-128" title="Inception em Tiras" src="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/09/fellininception2.jpg?w=497&#038;h=154" alt="" width="497" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Para descontrair um pouquinho. (via @ludmiiiiila)</p></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/121/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=121&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/09/07/a-origem-um-simples-labirinto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/a5a2709fb60682a35beb53a0859f65d5?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">silvarrenato</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/09/fellininception2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Inception em Tiras</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Chico Science &amp; A Revolução Zumbi</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/08/06/chico-science-a-revolucao-zumbi/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/08/06/chico-science-a-revolucao-zumbi/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 00:42:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonata on my mind</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=99</guid>
		<description><![CDATA[Mateus Enter Os primeiros versos cantados por Chico Science na primeira música do álbum “Da lama ao Caos” (o primeiro da banda de 1994) é: “Modernizar o passado/ É uma evolução musical”. Com essas palavras proféticas o grupo Chico Science &#38; Nação Zumbi daria origem a um verdadeiro maremoto que passaria de uma forma intensa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=99&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='497' height='310' src='http://www.youtube.com/embed/F7_IEi72QwM?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mateus Enter</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os primeiros versos cantados por Chico Science na primeira música do álbum “Da lama ao Caos” (o primeiro da banda de 1994) é: “Modernizar o passado/ É uma evolução musical”. Com essas palavras proféticas o grupo Chico Science &amp; Nação Zumbi daria origem a um verdadeiro maremoto que passaria de uma forma intensa e efêmera pelo Brasil e pelo mundo. </p>
<p style="text-align:justify;">Lembro de quando ouvi esse álbum pela primeira vez, não só impressionava pela fusão de rock, hip hop (e outras modalidades de música eletrônica) e músicas tradicionais brasileiras (como o samba e o maracatu) como também o compromisso político que a banda assumia, claro ainda nessa mesma música: “O homem coletivo sente a necessidade de lutar/ o orgulho, a arrogância, a glória/ Enche a imaginação de domínio/ São demônios, os que destroem o poder bravio da humanidade/ Viva Zapata!/ Viva Sandino!/ Viva Zumbi!/ Antônio Conselheiro!/ Todos os panteras negras/ Lampião, sua imagem e semelhança/ Eu tenho certeza, eles também cantaram um dia.”</p>
<p style="text-align:justify;"><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='497' height='310' src='http://www.youtube.com/embed/UVab41Zn7Yc?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/da-lama-ao-caos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-108" title="Da Lama Ao Caos" src="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/da-lama-ao-caos.jpg?w=295&#038;h=300" alt="" width="295" height="300" /></a>Essa postura também fica clara quando ouvimos outras músicas como &#8220;Banditismo Por Uma Questão de Classe&#8221;, &#8220;A Cidade&#8221;, &#8220;Da Lama ao Caos&#8221;, &#8220;Maracatu de Tiro Certeiro&#8221;, e outras. E ao mesmo tempo conseguindo soar pop em temas como &#8220;A Praieira&#8221;, &#8220;Samba Makossa&#8221; e &#8220;Risoflora&#8221; (e mesmo nesses temas, há sempre uma crítica social mais ou menso aparente). Tempos depois a sonoridade desse álbum foi considerada pela crítica e pela própria banda como sendo excessivamente crua; mas não nos deixemos enganar, a produção do disco comandada por Liminha (eterno ex-baixista dos Mutantes e um dos maiores produtores da história da música brasileira), foi pródiga em destacar o experimentalísmo do som, e a urgência e intensidade que é adentrar esse universo que “Da Lama ao Caos” pretende desvelar.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/chico-science-nacao-zumbi-da-lama.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-107" title="Chico Science &amp; Nação Zumbi - Da Lama" src="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/chico-science-nacao-zumbi-da-lama.jpg?w=300&#038;h=187" alt="" width="300" height="187" /></a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Do “Mangue Bit” para o “Manguebeat”</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> O disco de estréia dos Chico Science &amp; Nação Zumbi foi o estopim do movimento Manguebeat (que também tinha no grupo Mundo Livre S/A outro expoente) e trouxe uma renovação para o rock brasileiro e para a música popular brasileira que ainda hoje ecoa em todos aqueles que buscam fugir do conservadorismo estético e que buscam o diferente.</p>
<p style="text-align:justify;">O interessante é notarmos que o movimento <a title="em seu manifesto" href="http://margaridacigana.blogspot.com/2008/02/banditismo-por-uma-questo-de-classe.html" target="_blank">em seu manifesto</a>, que visava à aglutinação de forças ou mesmo a reanimação da cena cultural pernambucana (ou como diz o manifesto: “Um choque rápido ou o Recife morre de infarto! (&#8230;) Como devolver o ânimo, deslobotomizar e recarregar as baterias da cidade? Simples! Basta injetar um pouco de energia na lama e estimular o que ainda resta de fertilidade nas veias do Recife.”), se denominou de “Mangue Bit”.  Um nome perfeito para designar as pretensões do movimento, que pretendia resgatar o passado (valorizando as tradições e peculiaridades locais) ao mesmo tempo em que se caminhava para o futuro.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas logo logo, a imprensa das regiões Sul e Sudeste tratou de transformar o “Bit” em “Beat”; e afinal tudo tem que ser visto à luz de seu tempo: nos anos 90 o Axé dominava as rádios e as festas, e não foram poucos que encontraram no (agora) Mangue Beat uma resposta alternativa ao ritmo dançante. Essa metamorfose teve provavelmente seu principal desdobramento no segundo álbum da banda: “Afrociberdelia”.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='497' height='310' src='http://www.youtube.com/embed/yIjg0mdsqjM?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><a href="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/afrociberdelia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-104" title="Afrociberdelia" src="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/afrociberdelia.jpg?w=300&#038;h=298" alt="" width="300" height="298" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Comsidero esse disco menos interessante que o “Da Lama ao Caos”, principalmente devido ao fato de a banda ter cometido o pecado de tentar repetir o primeiro álbum (contrariando assim, o espírito audaz de quando surgiu). Ou melhor, pode-se dizer que nesse segundo álbum (produzido pela própria banda em conjunto com DJ BiD) tenta-se consolidar uma fórmula, num som claramente mais swingado. Se nós insistirmos na comparação do lançamento do “Da Lama ao Caos” a uma revolução, então podemos dizer que  “Afrociberdelia”  representaria uma aproximação com o senso comum.</p>
<p style="text-align:justify;"> Ainda assim “Afrociberdelia”  possui seus bons momentos como &#8220;Maracatu Atômico&#8221; (versão para a música de Nelson Jacobina e Jorge Mautner, originalmente gravada por Gilberto Gil em 1973), “Sangue de Bairro”, “Enquanto o Mundo Explode” ou &#8220;Manguetown&#8221;;  e é também o último registro de Chico Science.</p>
<p><strong><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='497' height='310' src='http://www.youtube.com/embed/kYH82BdpRfw?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Antene-se</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nascido Francisco de Assis França (Olinda, 13 de março de 1966), morreu como Chico Science (Recife, 2 de fevereiro de 1997) precocemente num acidente de carro.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse texto que os pacientes leitores seguiram até aqui surgiu a partir de um pequeno texto anterior escrito por mim para apresentar uma coletânea do Chico Science &amp; Nação Zumbi a um primo meu, por isso esse aspecto esquisito, meio híbirido que não diz a que veio; não se sabe se é um verbete/mini-biografia a respeito do grande Chico ou se é uma resenha. Prefiro encarar esse texto como uma porta (ou talvez um cartão de visita) para entrar num universo tão próximo de nós mas que frequentemente nos parece tão distinto e distante; um lugar de negros, mestiços, maracatus, sambas, lama, Recife, tiros certeiros e aparentemente o mundo todo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/chico-science-nacao-zumbi.jpg"><img class="size-full wp-image-100 aligncenter" title="Chico Science &amp; Nação Zumbi" src="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/chico-science-nacao-zumbi.jpg?w=497" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Para saber mais:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.focca.com.br/chicosci/chico%201%20ADM.htm">http://www.focca.com.br/chicosci/chico%201%20ADM.htm</a></p>
<p style="text-align:justify;">Documentário sobre o artista em questão:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arapongasrockmotor.blogspot.com/2008/02/chico-science-especial-mtv.html">http://arapongasrockmotor.blogspot.com/2008/02/chico-science-especial-mtv.html</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/99/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=99&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/08/06/chico-science-a-revolucao-zumbi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/d1d96760f8dd14ea9147f25b533581bd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">sonataonmymind</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/da-lama-ao-caos.jpg?w=295" medium="image">
			<media:title type="html">Da Lama Ao Caos</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/chico-science-nacao-zumbi-da-lama.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Chico Science &#38; Nação Zumbi - Da Lama</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/afrociberdelia.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Afrociberdelia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://foguetescontraoinfinito.files.wordpress.com/2010/08/chico-science-nacao-zumbi.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Chico Science &#38; Nação Zumbi</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Homem Aranha nº101 – Maio de 2010.</title>
		<link>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/06/06/homem-aranha-n%c2%ba101-%e2%80%93-maio-de-2010/</link>
		<comments>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/06/06/homem-aranha-n%c2%ba101-%e2%80%93-maio-de-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 15:02:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Homem Aranha]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/?p=90</guid>
		<description><![CDATA[  - Por Duende Verde. Quadrinhos são parte viva da imaginação de qualquer fã de boas histórias, românticas novelas e aventuras incríveis em um mundo cada vez mais cinza e medíocre como o nosso. Sendo assim, nós aqui do #cosmonerdia resolvemos comentar alguns títulos publicados mensalmente pela Panini. Assim você ficará sabendo quase sem spoilers, ou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=90&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><em>- Por Duende Verde.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Quadrinhos são parte viva da imaginação de qualquer fã de boas histórias, românticas novelas e aventuras incríveis em um mundo cada vez mais cinza e medíocre como o nosso. Sendo assim, nós aqui do <strong>#cosmonerdia</strong> resolvemos comentar alguns títulos publicados mensalmente pela Panini. Assim você ficará sabendo quase sem spoilers, ou com spoilers – whatever &#8211; como andam os principais títulos dos heróis Marvel e DC.</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, vamos falar hoje da última edição de Homem Aranha. O nº 101 chegou às bancas neste mês de Maio trazendo boas novidades, coisa que a tão aguardada edição 100 deixou a desejar com histórias simplórias e não relevantes para o eixo cronológico (a última com o Tocha humana então que o diga).<a href="http://www.paninicomics.com.br/image/image_gallery?img_id=3067735&amp;t=1273694172407"><img class="alignright" title="Homem Aranha 101" src="http://www.paninicomics.com.br/image/image_gallery?img_id=3067735&amp;t=1273694172407" alt="" width="195" height="262" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Mas vamos as novidades! A primeira é a tal revolução editorial da Panini! A partir deste mês a revista do Aranha vem apenas com três histórias ( antes eram quatro). Agora nós temos 76 páginas por R$ 6,50 mensais. Vale lembrar que só temos esse título mensal do Aranha e que bimestralmente  teremos uma edição da Teia do Homem Aranha com 148 páginas. Mas enfim, vamos as novidades dentro da história do aracnídeo.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Nesta edição, parte da besteira feita por Joe Quesada (editor do Aranha) começa a ser consertada começando pela ligação do Aranha com o quarteto fantástico. Para quem não sabe, graças as mirabolantes idéias de Quesada, o escalador de paredes resolveu  revelar sua identidade para o mundo e fazer um pacto com o demônio para reviver Tia May e assim APAGAR da sua história TUDO relativo a parte do seu passado. Isso inclui, obviamente, seu casamento com Mary Jane que sabe se lá onde se meteu. Só para exemplificar, meus amigos, é como se, grosso modo, voltássemos as histórias do Aranha para aquele período de recém formado em 1978/79. Bem, como isso foi obviamente uma das piores coisas feitas na história do cabeça-de-teia desde a história “Pecados Pretéritos”(falaremos dela outro dia) as coisas precisavam voltar ao normal alguma hora, mesmo que em passos de formiga e sem vontade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ZONA DE SPOILER</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Neste sentido,  nesta edição O homem Aranha depois de uma aventura no macroverso na companhia do Quarteto Fantástico resolve revelar sua identidade ao grupo de heróis quebrando assim parte do pacto com Mefisto que concertava a burrada da revelação geral de identidade de Peter Parker. Para explicar como que por um passe de mágica (do capeta, mas ainda assim mágica) todos se esqueceram dos acontecimentos ligados a Peter Parker, foi estabelecido que o que existia era na verdade<em> “ponto cego psíquico”</em> onde mesmo que todas as informações apontem para Peter Parker a mente das pessoas não ligaria os pontos, logo, ninguém consegue associar a identidade de Parker ao Homem aranha A MENOS QUE O PRÓPRIO Aranha mostre a verdade revelando sua identidade etc. Ele fazendo isso, por sua vez, todas as lembranças e coisas do passado voltam a tona na mente das pessoas. Bem, quero só ver como ele vai desenvolver esse lance de ponto cego psíquico daqui pra frente, mas ao menos para mim isso parece um pequeno esforço em querer consertar grande parte das besteiras feitas nos últimos anos com o escalador de paredes.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Bem, além dessa história do quarteto outros fatos importantes acontecem em Nova York como a eleição de J.J. Jameson para prefeito da Cidade após o escândalo das últimas eleições e a crescente aproximação de Tia May com o Pai de Jameson que pra ser sincero ficou próxima até demais, por assim dizer.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">E&#8230;.por hoje é só pessoal. Prometo que para a próxima edição escrevo algo menos corrido. Fiquem ligados e não subam pelas paredes até a próxima edição!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/foguetescontraoinfinito.wordpress.com/90/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=foguetescontraoinfinito.wordpress.com&amp;blog=13222554&amp;post=90&amp;subd=foguetescontraoinfinito&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://foguetescontraoinfinito.wordpress.com/2010/06/06/homem-aranha-n%c2%ba101-%e2%80%93-maio-de-2010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0404cf7b2b0165ac7abd61cb00ea08bd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">keltos</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.paninicomics.com.br/image/image_gallery?img_id=3067735&#38;t=1273694172407" medium="image">
			<media:title type="html">Homem Aranha 101</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
